O 1º de maio a luita continua
Ja estam retirados todo-los carteis e pancartas da greve do 29-M e as manifestacions para que volte a normalidade no nosso povo, para que este volva a apressentar a sua melhor cara as “festas” que venhem.
Queremos substituir eses carteis que chamarom a ese so dia de luita, eses carteis electorais con falsas promesas, por carteis que chamem a participación de todo-los traballadores e estudantes nas movilizaçons que venhem, em movilizaçons e respostas constantes e contestatarias ante o que sofremos. Nom podemos ficar parados, um so dia de luita nom vale. A resposta debe ser permanente. A luita esta na rua, quando e como queiramos, ninguem nos maracara umha data. Neste tempo so nos queda luitar e contruir, com acçons solidarias e contestarias.
O proletariado nom se lhe deve distrae-la atençom o motivo do parlamentarismo,este supom hoje em dia um obstaculo para a autoactividade autonoma do trabalhad@r. Nos din que a democracia e o governo do povo, mas ese povo nom existe hoje, o que existem som clases.
A alternativa nom e afirmar que as nosssas acçons e luitas tenhem que ser masivas ou que a masa desorganizada terá que aparecer na escena política, senom outra coisa: umha determinada e nova forma da actividade dos trabalhador@s organizados. O desenvolvimento do capitalismo moderno impuxo ao proletariado com consciência de classe essas novas formas de acçom As nossas acçons nom podem fracassar; ainda quando o objectivo proposto nom fosse atingido, elas nom teriam sido em vam, e as nossas derrotas temporárias contribuiram à gestaçom dos próximos triunfos. As acçons tenhem um objetivo: romper a situaçom de normalidade que vivimos mentres seguem a aplicar as politicas economicas e de repressom das elites dominantes capitalistas. Mas para isso, nom compre um dia, compre a movilizaçom constante e consciente, de que este sistema, e esas politicas nom rematam senom lhes fazemos fronte. A luita continua!
Bloco Autonomo Anticapitalista
Santiago ás 12,30 h Praza Roxa
