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Volta a mobilizaçom e a luita matalúrgica às ruas de Vigo, após a ruptura de negociaçons com os patrons
As mobilizaçons voltárom na manhá de hoje ao sul da Galiza, com milhares de operários a cortar os acessos à cidade e a adesom de trabalhadores e trabalhadoras de outros sectores.
Kaos. Galiza | 12-6-2009 a las 14:53 | 776 lecturas | 9 comentarios
www.kaosenlared.net/noticia/volta-mobilizacom-luita-matalurgica-as-ruas-vigo-apos-ruptura-negociac

A continuidade da luita de massas nas ruas de Vigo é conseqüência da negativa dos empresários a reconhecer o aumento salarial e o ordenamento dos horários propostos polos representantes dos milhares de trabalhadores e trabalhadoras do sector metalúrgico viguês. Fôrom mais de 30 horas de negociaçom precedidas da suspensom de um dia de luita nas ruas, como gesto de boa vontade que nom serviu para que os empresários abrandassem as suas posiçons.

O corte da auto-estrada AP 9, a primeira   hora da manhá, bloqueou o acesso à cidade de Vigo durante quase umha hora.  Ao longo da manhá, com a cidade tomada por numerosas dotaçons policiais vindos de diferentes lugares do Estado, milhares de obreiras e obreiros voltárom a manifestar-se, contando com a adesom de empresas nom afectadas directamente polo convénio em causa. É o caso de  PSA Peugeot Citroën, cuja direcçom reconheceu importantes problemas para o desenvolvimento da produçom durante a manhá.

Os sindicatos situam em 90% o grau de adesom à greve por parte da classe obreira viguesa. Calcula-se em 40.000 o número de trabalhadores e trabalhadoras convocadas em toda a província, sem que até este momento se tenham produzido mais que pequenos confrontos entre piquetes e polícia. Existe umha tensom importante, acumulada numha já longa luita nom só contra a intransigência empresarial, mas contra as forças repressivas ao seu serviço.

Sem que tenha concluído ainda a jornada de luita, todo indica que na semana próxima se passará a umha nova fase, com umha greve indefinida do sector até forçar as melhorias salariais e de horários, como parte do combate à precariedade existente no metal galego.

Nuñez Feijó preocupado "com a imagem da Galiza"

O presidente da Junta da Galiza, e referência ao conflito operário das últimas semanas no sul, declarou aos meios a sua preocupaçom porque poda ver-se afectada negativamente a "imagem da Galiza". Com esse motivo, pediu que se produza umha nova reuniom na próxima segunda-feira e se chegue já a um acordo.

 
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Comentarios (9)

#1

12-06-2009 15:49

Las contradicciones capitalistas augmentan, el odio de clases surge rápidamente de donde solo habia conformismo.

Salud y a seguir luchando

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#2.- SOLIDARIEDADE!

A MOSCA ESQUERDOSA|12-06-2009 16:13

A loita dos traballadores do metal é a nosa loita.
Un días son eles, outro CAramelo, ao seguinte Pascual... mesmo até os xornalistas que están a ser despedidos sistematicamente e que pensan que son doutra galaxia: o "plantón" que lles deron aos obreiros só beneficia á patronal, a esa mesma patronal que os ten atados e subordinados aos seus ditames.
Temos que unificar loitas, temos que formar unha gran fronte de esquerdas cunha consigna central:
SOLIDARIEDADE COS TRABALLADORES DO METAL!
SOLIDARIEDADE COS TRABALLADORES EN LOITA!
Ver máis en amoscaesquerdosa.blogspot.com

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#3.- Seguides a ser o milhor ejemplo dista terra!

GZlivre!|12-06-2009 17:38

Que nom se preocupe o "Feijom", a imagem que estades a dar da Galiza é a dum povo trabalhador que loita com dignidade sem ajoenlhar-se nim ante as ameaças da patronal, nim ante as provocaçons da Polizia, nim ante a criminalizaçom da prensa. Todos iles mercenarios dos mesmos donos. Todos iles inimigos por igual do povo trabalhador galego.

Dizía um chiste do último númbero do Novas da Galiza:

-Que hai peor que perde-lo trabalho?

-Perde-la dignidade com tal de se quedar nil.

Outros caerom na trampa, aceitando o caminho fácil. O atalho para convertirem-nos em escravos pela vía rápida. Vosoutros nom. E coa vossa valentía é que alentades a loita dos trabalhadores de tódolos povos do estado. As vitorias da classe operaria é o que tenhem... som máis contagiosas que a gripe. Que se extenda o virus!!!

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#5

12-06-2009 18:32

Lo siento pero las cuentas no me salen, si solo en el sector del metal afectados por el ERE hay 50 mil personas sin contar con las decenas de EREs en otros sectores laborales  del  Estado  y las fuerzas politicas anticapitalistas (II-SP,IZAN,PCPE, POSI, etc)  que están en contra del sistema economico que provoca esos EREs y en contra de los despidos no son apoyados de manera adecuada por una mayoria de   esos obreros e incluso votan a fuerzas que apoyan el sitema economico que produce esos EREs comoPPSOEIU-V, no creo que luego tengan derecho a quejarse la  gran parte de ellos que caen en esa incongruencia manifiesta, estan apoyando al que les echa a la calle y deben a empezar a relacionarlo y atenerse a las consecuencias de sus actos.

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#6

admirador|12-06-2009 19:44

Hagamos añicos su Ciudad del Orden, construyamos la Ciudad del Tabajo.

Muchos ánimos de un compañero de CNT que sigue la lucha des de Catalunya. Soys un ejemplo de conciencia laboral.

A por ellos, que són pocos i cobardes!!

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#7

Santi|12-06-2009 21:13

A seguir la lucha compañeros !!

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#8.- Nom se construe futuro rejeitando aos que erram

GZlivre!|13-06-2009 00:50

Senom trabalhando por fazer-lhes ver o erro no que estam metidos. Nom podemos fazer umha revolta dándo-lhe a espalda ao povo. A loita é popular ou nom é. Trátase de convercer á populaçom de que se mova na direcçom correta, nom de deijalos quedar por ter errado o caminho.

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#9.- Era umha resposta para o 5

GZlivre!|13-06-2009 00:51

Um saúdo!

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#10.- BNG

13-06-2009 17:20

Non sei que carallo esperades dunha loita dirixida por xente do BNG.

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