Organizaçons políticas, centros sociais, associaçons culturais, estudantis, etc., som objecto de investigaçom por parte da Guarda Civil, até o ponto de tomar dados de carros com autocolantes com as letras “GZ”. Segundo vem de informar o Movimento polos Direiros Civís, que tivo acesso a informes do instituto armado espanhol, a Guarda Civil recebeu um curso de formaçom na província de Ponte Vedra no que se relacionam a diferentes colectivos sociais da Galiza com o Movimento de Libertaçom Nacional Galego, sempre segundo fontes do MpDC, “o segundo maior problema de terrorismo de Espanha”.
Motivos de suspeita. 
Levar colantes com a legenda GZ, umha bandeira galega com a estrela vermelha ou escudo desenhado por Castelao som para os ‘investigadores policiais’ elementos próprios do MLNG. Aliás, a relaçom de colectivos pertencentes ao MLNG apresentada pola Guarda Civil estaria formada por organizaçons políticas, anti-repressivas, estudantis, culturais...o corpo armado espanhol apresenta estes colectivos de forma detalhada, reproduzindo os seus correspondentes logótipos para “facilitar o reconhecimento por parte dos agentes”, nesta listagem está PRE.S.O.S, CEIVAR, AMI, BRIGA, ADIANTE, COORDINADORA DE ASEMBLEAS DE ESTUDANTES DA USC, AGIR, GREI, EI, NOS-UP, FPG, CUT, GALIZA NON SE VENDE, MULLERES NACIONALISTAS GALEGAS, A MARCHA MUNDIAL DAS MULLERES, FAZENDO MEMORIA HISTÓRICA, AGRUPACIÓN DE MONTAÑA AUGAS LIMPAS, ERVA, QUERCUS, SCD CONDADO, A.C. CALEIDOSCOPIO.
Mas também se inclui Centros Socias e associaçons culurais: “Baiuca vermelha, O Fresco e a Casa da Triga de Ponteareas, o Social Cultura Deportiva Condado, a Santa Sede e O noso Eido de Salvaterra, o Fervedoiro de Cúntis, A Tiradoura de Cangas, A Revira de Pontevedra, a Revolta, A Cova dos Ratos, o Caleidoscópio e a Faísca de Vigo e A formiga de Redondela”, segundo o informe.
Criminalizaçom e mais repressom
As forças de ocupaçom espanholas seguem, e mesmo aumentam, o controlo iniciado contra o independentismo galego nos últimos tempos, ultrapassando qualquer límite, sem nengum tipo de prova e mesmo ligando deliberadamente associaçons e colectivos com trabalho público, que de partida se criminalizam, ao apostarem pola auto-organizaçom popular sem dependência de partidos e instituiçons.
Espionagem ilegal. 
Mas a criminalizaçom chega até o ponto de nomear a pessoas mesmo con fotografias e considerando-as de “Interesse Policial”, segundo indica o MpDC, “já cara ao final do informe facilita-se informaçom sobre pessoas por supostos delitos como “daños vidriera ayto - TUI”, “deslucimiento bienes inmuebles – iglesia – SA(L)VATERRA”, “quema fotografía S.M. El Rey – Vigo”, REQUISITORIADO e “OTROS DE INTERÉS POLICIAL”. Do mesmo jeito recolhem-se iniciais de identificados em supostos delitos: A.A.P., A.R.M.Q, I.M.G; A.J.P.R, P.P.G; A.B.E., J.C.P.N, C.M.I, S.M.R.; A.G.M; A.F.S. e M.A.L.C.
Por enquanto, nenhum representante da esquerda bem pensante, do autonomismo ou dos partidos da ordem se manifestou contra este atropelo. Por desgraça, nom surprendeu ninguém, pois constitui umha mostra entre milhares do módus operandi repressivo na Galiza, desde há já muitas décadas.