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Galiza: Mobilizaçom da Jornada de Rebeliom Juvenil ´09 e carga policial
Oferecemos imagens da mobilizaçom que sob a legenda "Tempo de crise, tempo de luita" percorreu Compostela no dia 24 de Julho até que a polícia espanhola a dissolveu com a sua costumada brutalidade.
BRIGA | Para Kaos. Galiza | 31-7-2009 a las 1:18 | 1463 lecturas | 9 comentarios
www.kaosenlared.net/noticia/galiza-mobilizacom-da-jornada-rebeliom-juvenil-09-carga-policial

Um nutrido grupo de jovens de diversas comarcas da Galiza estavam já presentes a primeira hora da manhá no parque de Belvís para ultimar os preparativos do dia grande da luita juvenil galega. As últimas colagens e pintadas sobre o evento se realizárom nas primeiras horas da tarde, enquanto se decorava o cámpo do concerto com inúmeras faixas com diversa temática (contra o capitalismo, feministas, denunciando a crise, pola independência nacional, etc.), além da realizaçom dum mural no extremo norte com a legenda “Tempo de crise, tempo de luita”. Durante estas horas, enquanto os grupos faziam as provas de som, preparava-se a manifestaçom da noite.

Algo depois das 22h00 saia de Porta Faxeira umha mobilizaçom de 140 jovens, portando umha grande bandeira da pátria, trás dumha faixa com a legenda da campanha nacional de BRIGA contra a crise capitalista. @s jovens arrodeárom a Praça da Galiza para atravessar depois a Zona Velha. Ao longo do percorrido coreárom-se com energia diversas consignas, como “Independência”, “O capitalismo é o terrorismo”, “Esta é a nossa bandeira”, “Obreir@ em paro patrom colgado” ou “A crise actual que a pague o Capital”. A manifestaçom foi seguida em todo momento por um esageradíssimo dispositivo antidistúrbios, o qual impediu o acesso a Praterias, onde estava previsto que decorrera o acto final da mobilizaçom. Ante a negativa das forças de choque espanholas a permitir o livre tránsito pola rua, respostada pola nossa a retroceder e renunciar ao acto final, a polícia enfundou o material antidistúrbios e carregou com grande violência contra @s jovens manifestantes que forom espancad@s, com o resultado de dous companheir@s que necessitarom atençom médica, um com o naris partido e outra com a cabeça aberta.

Estes factos já habituais nestas datas, enquadram-se na impunidade da blindagem policial que sofre a capital da Galiza todos os anos com a chegada do Dia da Pátria. Este ano, o governo espanhol com a complacência do governo local fijo de novo os deveres, polo que pudemos contar com a presença dos Tedax, a unidade canina, helicópteros policiais, a equipa de subsolo e reforços adicionais da polícia local, nacional e da guarda civil; sem esquercer-nos de todo um clássico, o nutrido grupo da polícia de choque que tentou amosar-nos a cacetazo limpo e sem muito êxito que na sua língua, ao Dia da Pátria chama-se-lhe Festa do Apóstolo, e nesta a liberdade de expressom nom está permitida.

Perto da média-noite davam começo os concertos em Belvís, com o punk-rock pontedeumês de Arenga, que congregou vários miles de jovens no cámpo compostelám. A seguir, o ska dos vigueses Kogito animou muito a festa e incrementou a assistência até perto do seu máximo, que alcançaria as 5000 pessoas durante o descanso seguinte, no qual se leu um comunicado de BRIGA que publicaremos nos próximos dias neste sítio. A seguir da leitura da companheira (recém chegada de urgências após a repressom policial da manifestaçom), começou a projecçom dum vídeo num macro-ecrám pendurado do muro lateral do parque. Umha vez finalizado, umha enorme bandeira espanhola foi desplegada para ser queimada por vári@s jovens encarapuzad@s. Logo, umha bandeira da pátria das mesmas proporçons foi desenrolada sobre os restos fumegantes da anterior, no mesmo momento no que KOP tocava os primeiros acordes do tema inicial do seu directo. Após mais dumha hora de metal/hardcore/industrial de combate contra o fascismo, dava-se passo ao último descanso antes da derradeira actuaçom com Dios Ke Te Crew e o seu hip-hop galego com grandes doses de espectáculo que fijo saltar a toda a audiência.

De BRIGA nom podemos valorizar a V JRJ doutro jeito que mui positiva, agradecemos às e aos assistentes a sua participaçom, e despedimos esta crónica fazendo um chamado a continuar durante o curso que vém com a luita juvenil, que é a verdadeira e única razom de ser do 24 de Julho.

http://www.briga-galiza.org/principal.php?pag=ler&id=730
 
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Comentarios (9)

#1.- No costaría tanto

AUTONOM@|31-07-2009 12:45

Sin animo de crear polemica pero estaría bien que traducieseis las noticias al castellano, porque para los que no sabemos galego es complicado leer los textos, además de que para pasarles estas informaciones a otra gente menos politizada vendría mejor.

Solidaridad y apoyo para la lucha juvenil de los comunistas galeg@s

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#2

31-07-2009 13:05

1, no entenc com a aquestes alçades encara alguns esteu amb allò de "críados a mis pies".

S'ha dit 50.000 vegades que hi ha traductors com el de google o altres, així que si voleu entendre la llengua galega feu-los servir, colla de dropos acomodats! només és copiar el text, enganxar-lo i punt. A traduir.

http://translate.google.com/

Solidaridade con Briga e con os jovens galegos!

Des dels Països Catalans, salutacions i endavant amb la lluita!

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#3.- Al primeru

Xabel|31-07-2009 14:11

Una amuesa mas de nacionalismu español, esta vegada nacionalismu llingüísticu. Los falantes de castellán cuiden que son el miligru del mundiu o daqué asemeyao porque si non nun s'atalanta como se pue ser tán babayu. Los que manden coses n'otres llingües del Estáu tienen que tornales al castellán mentantu que los castellanofalantes nun tienen que facer nengún esfuercio por tornar les sos manifestaciones a otres llingües del Estáu. Esto ye, el castellán como ye la "gran llingua de cultura, universal..." tien que falala y escribila tul mundiu porque sinón ye un actu de menospreciu al restu la xente que nun la fala. Al empar los castellanofalantes nun ven que sía menospreciu l'usar el castellán como mediu en toles estayes d'esta páxina ensin tornales a otres llingües del Estáu. Faen una operación cenciella, castellán=España=tol mundiu la tien que saber y escribir y si non que se h.odan. Eso nun ye nacionalismu español? Da murnia que xente d'esquierdes piense entá asina. Lleéi al filólogu Juan Carlos Moreno Cabrera y con un puquiñín de suerte igual vos curiais d'esi "mal de llingües".

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#6

eu|31-07-2009 16:03

Ao numero 4:En todo caso ETA asesinaria a dous guardia civiles,non creo eu que fora precisamente por esas duas persoas;quero recordar-t que a guardia civil é un grupo armado polo tanto os seus membros deberian ter claro ao que se expoñen;por outra parte supoño que xa comentarias en outras noticias onde a policia asasina diariamente persoas esta vez si,civies;caso de honduras mais recentemente;ah!!! q eso non son persoas!!!

  HIPOCRITAS!!!!!

  Adiante Briga e adiante os pobos que luitan!

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#7

31-07-2009 17:18

Non empezar a berrar ho, nen a desviar todo debate ou nova cara a cuestións culturais de indubidable importancia estratéxica, mais hai outras que nos unen a todos e todas. Mellor fora sinalar que a Briga tivo dous grandes acertos: portar un bon número de bandeiras vermellas coa fouce e o martelo, e colocar na sua faixa de cabeceira unha consigna ben de masas: falando do que interesa á maioría do pobo traballador. Como comunista, un amizoso saúdo.

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#8

31-07-2009 20:17

Ez egin kasurik...
Argi dago atentatu bat egoten den bakoitzean betikoak emen sartzen direla, Herriko Taberna bat izango balitz bezala.
Manisfestalditan danak elkar daudenean oso ausartak dira, bere ohiu faxistak ohiukatzen, baina hori bai, bakarrik eta banaka egoten direnean...
Inoiz ez dute izango geure gudariak dauzkaten barrabilak!

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#11.- Para el #4

AUTONOM@|01-08-2009 19:30

Mira majete, si no estas de acuerdo con mis opiniones rebatelas con respeto y argumentos, no me vengas con tonterias y calificativos insultantes como lo de "nacionalismo español", del cual no tengo nada.

Sigo pensando que para la difusión de las noticias esta bien que también venga en castellano, no que me parezca mal que vengan en galego o que defendais vuestra cultura y lengua, lo cual apoyo

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#12.- traduce o gasta neuronas

verdeynegro|01-08-2009 20:30

soy castellanopaqrlante, y sólo con tomarme un poco de molestia soy capaz de leer y comprender el gallego, el portugués, el catalán, el asturiano, y el aranes y aragones no he tenido ocasión, pero supongo que es ponerse, si tengo una duda google y si tengo que compartirlo, traductor al canto

si estuvieramos en un contexto de plena igualdad en el uso de las lenguas del estado español, tal vez tu comentario no trería respuestas que te parecen insultantes, pero creo que bastantes agresiones aguantan lños nocastellanoparlantes para que venfga nadie en un lugar liberado conmo este a decirles que incluyan la traducción, traducelo tú, que te hubiera costado lo mismo que hacer un post reclamando la traducción

saludos

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#13

Al 1-11|02-08-2009 12:46

Non nun toi d'alcuerdo colos toos camientos. Naide qu'aspire a la IGUALDÁ (nesti casu llingüística) pue tar d'alcuerdu colo que fales.
"Sigo pensando que para la difusión de las noticias esta bien que también venga en castellano, no que me parezca mal que vengan en galego o que defendais vuestra cultura y lengua, lo cual apoyo". Por qué siempres ye un castellanofalante'l de pidir que los testos se traduzan cuando tán n'otres llingües? Por qué nun lo diz un falante de, gallegu,  catalán, aranés, asturianu, aragonés? Podíin dicir lo mesmo que tu, qu'isi testu se tornare a eses llingües pa lleelu. Ehí ta la cuestión: la xente que sabe lo que ye falar una llingua MINORIZADA  (que non minoritaria)  nun tien dengún problema porque sabe no que consiste la Igualdá llingüística, mentantu que la xente que fala castellán cuida que tien mayores privilexos que los demás. Eso teas o non d'alcuerdu ye una forma mas de nacionalismu, nesti casu llingüísticu, cuidar que los castellanofalantes tean mas derechos que los non castellanofalantes. La igualdá nun supón uniformidá sinón que ye compatible cola diversidá. Si yo falante d'asturianu pueo lleer n'otres llingües del Estau (incluyía la de to), camientu que tu nun seyas menos que yo y que pueas tamién lleelo ensin dificultá (y a la xente a la que lo unvies). Pa esparder les noticies, entós, nun diba ser meyor facelo n'Inglés?, diba aportar a mas xente.

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