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21 Nov 2012

Brasil: Joaquim Barbosa tem a isenção necessária para ser presidente do STF? Destacado

por Emir Sader
Miércoles, 21 de Noviembre de 2012 11:10
Dominio Pazuzu Dominio Pazuzu colaborador
Uma nova consulta no blog do Emir Sader: Quem considera que Joaquim Barbosa tem a isenção indispensável para assumir o cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal? Ver comentários.

Maria Cecilia Pereira Binder diz:

20/11/2012

A isenção, entre outros atributos, requer equilíbrio emocional, o que JB não possui. Além disso, os vaidosos como ele não admitem críticas ou discordâncias o impede / dificulta a isenção. O vaidoso quer ser sempre o centro das atenções. Não consigo entender como chegou ao cargo que ocupa, de ministro do supremo (minúsculas propositais). Acho que será desastrosa sua passagem como presidente do stf . De novo as minúsculas, no meu entender, merecidas em virtude de vários comportamentos recentes de muitos de seus membros. E não apenas no tocante ao julgamento do "mensalão"

Pedrinho Escher diz:

20/11/2012

Joaquim Barbosa é um perigo para a democracia e para o Estado de Direito. Vai desmoralizar ainda mais o STF com suas atitudes imprevidentes, desequilibradas e arrogantes. O poder Judiciário não pode continuar assim, precisa de maior controle social e elegível como o poder Executivo e Legislativo.

Igor Boni Freire diz:

 20/11/2012

Ele é o Batman Tupiniquim!! Tal e qual o personagem dos quadrinhos, o excelso JB tem alma inconstante e falaz!! Qual a diferença dos demais presidentes do PSTF? Que manitôs não lhe faltem nos sonhos!!!

Marinaldo Clementino Braga diz:

20/11/2012

O Supremo Tribunal Federal na condição de última instância do poder judiciário deve primar pelo julgamento isento de qualquer interesse, que venha da sociedade civil, dos partidos políticos ou de classe. Dito isto parece que o nosso SUPREMO não se mantém urgido desta máxima, em função deste processo 470, que tem mostrado a sua verdadeira face, em defesa de alguns segmentos da sociedade, principalmente da nossa mídia, que vem assumindo uma posição partidária....através do PIG (partido da Imprensa Golpista......

Josualdo de Meneses Silva diz:

20/11/2012

 Tomando por base os comentários iniciais que mencionam coisas do tipo: "complexo racial" da pessoa de cor negra que quer apresentar-se como não submisso, ou o comentário que ressuscita o capitão do mato na figura de JB, a propósito eu perguntaria alguém lembra do capitão do mato, o negro Henrique Dias que combateu ao lado dos portugueses contra os holandeses em Pernambuco. Recrutou e pacificou negros para a guerra branca. Morreu pobre e esquecido sem "eira e nem beira. Joaquim Barbosa é mais um Henrique Dias da vida. Mais adiante a história deste país o engolirá e o resultado será o mesmo destino reservado àqueles que são subservientes moral e intelectualmente as elites direitosas brasileiras.

Nilson Moura Messias diz:

19/11/2012

 Caro Emir, acompanhando o circo do mensalão, constatei, como leigo, duas situações: O Sr. Barbosa, sabe que está fazendo jogo da mídia, sabe que fez casuísmo jurídico para condenar os réus; e a questão do complexo racial, querendo mostrar, como disse - não é um negro submisso, portanto falta equilíbrio ao primeiro negro Ministro de um tribunal superior.

Nivaldo Barbieri diz:

19/11/2012

Veja o que dá fazer justiça por objetivos pessoais.
Onde deveriam ser feitos por visões universais

Decisões do STF provocam clima de insegurança jurídica
Nos últimos dias cresceram as manifestações pela imprensa de advogados e executivos de empresas e bancos preocupados com os caminhos, as escolhas e as decisões da maioria dos juízes do Supremo Tribunal Federal no decorrer do julgamento da Ação Penal 470, que estariam criando um clima de insegurança jurídica, especialmente por causa do uso feito da teoria do domínio do fato. Uma pergunta repetida é: a jurisprudência originada neste julgamento vai se aplicar a todos daqui para frente ou ela só vale para os réus do "mensalão"?

 Felipe Augusto de Jesus Ferreira diz:

19/11/2012

Não acho que ele tenha isenção ou condições psicológicas para exercer o cargo de presidente do STF. Além da grave e errada interpretação da Teoria do Domínio do Fato (criticada até pelo seu criador) e das suas rixas com seus colegas ministros, o ministro prefere julgar baseando-se supostamente em uma opinião pública, um pedido "das ruas " para punições em massa ("capitaneada" pela grande mídia) em vez de basear-se nas leis e na Constituição. Temo o que esse desequilibrado ministro poderá ainda fazer de pior ao Direito brasileiro.

Artur Ribeiro diz:

 9/11/2012

O Joaquim tanto quantos os que o antecederam à excessão do Lewandovsky, não tem nem isenção, nem lucidez, nem equilibrio emocional, enfim, nada do minimo necessário para ser Presidente do Supremo ou mesmo estar investido da condição de apenas membro. Em todo o caso, nada do que dissermos irá alterar o inevitável pelo menos vamos ver s ele peita os realmente poderosos deste país. Que tal começar pelo mensalão Tucano, ou a Lista de Furnas, a Privataria Tucana, a compra da reeleição do FHC? Vamos ver

Lola Laborda diz:

19/11/2012

 Além de isenção, falta a Joaquim Barbosa um mínimo de equilíbrio emocional, sem o qual ninguém estará apto para qualquer que seja o cargo.Um golpista inconfiável, que veste os trajes de Arlequim, só pode ser interno de sanatório de saúde mental e NADA mais!

Juca Ramos diz:

 19/11/2012

 Cheguei à conclusão de que uma avaliação da competência do Ministro Joaquim Barbosa para presidir o Supremo Tribunal poderia ser feita à luz dos seguintes critérios:
1- Eminente Saber Jurídico - sua carreira bem-sucedida no Ministério Público atesta a existência de competência pelo menos relativa nesse aspecto;
2- Temperamento para o Cargo – a triste repetição do espetáculo circense exibido por ele durante o julgamento da A/P 470 depõe contra ele;
3- Honestidade Intelectual e Isenção – dada a sua persistente perversão da teoria do Domínio do Fato, perpetrada durante a A/P 470, a resposta é um redondo Não;
4- Civismo – considerando a re-incidência de desvios de interpretação constitucional que eivaram seus pronunciamentos durante o mesmo evento, e as inegáveis conseqüencias negativas que daí resultarão para o Direito brasileiro, novamente a resposta é decididamente negativa; e finalmente,
5- Grandeza – (Este item não é imprescindível mas é altamente desejável) tendo em conta a sua pequenez vindicativa – vingando-se de quê, se o Lula foi seu benfeitor ao selecioná-lo para o STF? – contra os réus pertencentes ao PT e sua incapacidade para aquilatar os efeitos benéficos que uma atuação honrosa e patriótica sua poderiam advir sobre a auto-estima e as perspectivas de sucesso da comunidade afro-brasileira no médio e longo prazo, outra vez a resposta é um rotundo Não!

Prof. Ramos diz:

19/11/2012

É claro que todos os que comentarem nesta página, inclusive eu, têm viés de esquerda e dirão que não. Entretanto, acho que este blog e tantos outros importantes devem seguir em outra direção. A pergunta que precisa ser posta para a sociedade, principalmente a parte que não concorda com esse julgamento é: Que caminhos, dentro da lei e da constituição, devem ser percorridos para se buscar a revisão ou anulação desse julgamento?

João F Scharinger diz:

 19/11/2012

 Como pode-se colocar tamanho poder nas mãos de alguém eivado de tal moralismo udenista - típico de um Lacerda pré-golpe -, e que ousou admitir, em julgamento grave como este, a palavra de Roberto Jefferson como principal testemunho????!!!!

Pedro Castro diz:

19/11/2012

Caro Emir,

Prefiro alinhar-me na corrente puxada pelo João Fernando Coelho quando sugere a discussão mais ampla sobre os criterios e os mecanismos de escolha dos Ministros do STF e agregaria também a de sua Presidencia. Porque o criterio de mais antigo para presidir o Tribunal?

Por outro lado pela exposiçao midiatica sem duvida o Ministro Joaquim Barbosa revelou-se no minimo bastante açodado, além de um misto de irritação e arrogancia. com inusitada radicalidade condenatoria e prescritiva de penalidades.Já em termos de posição politica quem pode assegurar que os 3 ultimos Presidentes (Gilmar Mendes, Peluso e Ayres de Britto) para não falarmos de outros Membros do STF tinham ou têm posição politica mais avançada do que a do Joaquim Barbosa?Não esqueçamos que quem convocou e sustentou o julgamento extemporaneo, enviezado e autoritario do julgamento do "mensalão do PT" foi o Presidente que acaba de aposentar-se, cujos votos nada tiveramtambem de moderados

Carlos Henrique diz:

19/11/2012

Um homem que não permitiu aos réus da ação penal 470 de terem: i) duas instâncias de julgamento; ii) um julgamento jurídico, técnico, pois impuseram aos réus do núcleo político um segundo julgamento político, sem que os ministros do STF tivessem competência para isso, pois não a delegamos para eles, e sim para o Congresso Nacional. Ainda, um homem que impôs uma teoria jurídica alemã, cujo pai desta teoria desautorizou completamente a interpretação dada pelos ministros da Corte. Pois bem, esse homem de temperamento desatinado não deveria nem ser ministro daquela Corte, quanto mais ser presidente

 Nilccemar diz:

19/11/2012

 Que pergunta de óbvia resposta ! Se nem sequer a sensatez cobrada do homem comum consta de seus atributos. Violento, avesso ao debate, prá lá de tendencioso, manipulador evidente, autoritário sem disfarce, sempre ausente _ por motivos de saúde _ na votações estratégicas, deixa acumular trabalho. Enfim, reúne todas características opostas para o cargo, de modo singular e inusitado. Jamais um juiz. Tem tudo que um juiz não pode ter, e nada do que deve, é um anti-juiz.

 Elson Rezende de Mello diz:

19/11/2012

 Tem. Mas a questão nem é essa. E no contexto deste blog e portal a abrumadora maioria vai dizer que não. e lá na frentem se forem honestos consigo mesmos, honestos política e intelectualmente, vão verificar que não estão vivendo os tempos atuais em sintonia com o país, com o que o país pede, porque as viseiras da militância não lhes deixa ver o que tem que ser visto. E aí vão ficar aí defendendo seus "heróis", e como disse Brecht nenhum país precisa de heróis (e quando verdadeiramente é herói...).

Alberto Magno Filgueiras diz:

 19/11/2012

É evidente que um personagem que mostra tão pouca compreensão e respeito com o papel de cada um dos poderes - como na recente tentativa de 'cassar' os mandatos dos que condenou, atropelando o Congresso - não tem isenção suficiente para o desempenho do cargo (e não ter acenado, no jornal dos Frias, com a promessa de ser tão 'impiedoso' com os tucanos quanto com os petistas, o que, é claro, não passa de conversa pra boi dormir, pois para isso precisaria do improvável suporte midiático que ele teve em todos esses anos) .

Maria do Rocio Macedo diz:

 19/11/2012

 A questão é mais de equilíbrio; sem equilíbrio a isenção tende a fraquejar e a resultante é o que vimos - algumas condenações sem as devidas provas irrefutáveis; plena aceitação de ILAÇÕES. Estamos assistindo a uma verdadeira deterioração da ÉTICA JURÍDICA que deveria ser a meta máxima de todos que são denominados - Juízes!

celso diz:

19/11/2012

Carta Maior, na minha humilde opinião tem que confrontar a realidade, mesmo que doa: o PT tornou-se um agremição, isto mesmo, uma agremição a serviço da sustenção do status quo, via lulismo. Segundo a ONU, e não eu, somos na América Latina a 4ª pior distribuição de renda. Não preciso alongar-me !!! Esqueça o PT e vamos tentar construir outra variante partidária , pois os petistas são frouxos e pagam o preço de bajular as elites . O cego pioro é aquele que não quer ver!!!!!!!!!!!!!!

 

Ps do colaborador:

Os comentários (mais de 70) dos leitores do Blog foram escolhidos aleatoriamente.

Ultima modificacion el Miércoles, 21 de Noviembre de 2012 13:07


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